O adolescente Bruno Ávalos, de 17 anos, foi morto em uma espécie de ‘tribunal do crime’, em Deodápolis (MS). Investigação aponta que um dos criminosos estava inconformado com o suposto relacionamento da filha com a vítima e fez falsa acusação.
O adolescente Bruno Ávalos, morto aos 17 anos em uma espécie de “tribunal do crime”, implorou para que não fosse morto por um grupo de homens ligados a uma facção, em Deodápolis (MS). A vítima apelou para não morrer em um vídeo gravado pelos criminosos. O registro da execução foi compartilhado nas redes sociais após o crime.

“Rafa, não é eu, Rafa!”, implorou Bruno nas últimas palavras.
“Rafa” é um dos criminosos responsável pela morte de Bruno. Toda a execução do adolescente foi filmada e compartilhada em redes sociais. No vídeo, a vítima implora pela vida e logo desmaia. Bruno foi morta ao ser ligada falsamente a um boato.
Bruno teve a morte encomendada por Fabiano Alves Capelaxio, de 37 anos, que é pai de uma menina com quem o adolescente mantinha um suposto relacionamento, segundo a investigação da polícia.
Conforme as informações da polícia, Fabiano não aceitou o envolvimento entre a filha dele e Bruno. Após, o homem criou um boato de que a filha havia sido estuprada por Bruno, planejou o crime e participou da execução do adolescente.

Bruno foi assassinado aos 17 anos. — Foto: Redes sociais/Reprodução



