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NOVA ONDA: Após surto de Covid-19, Lar dos Velhinhos de Jales confirma terceira morte pela doença

Ao todo, 48 idosos testaram positivo para Covid-19 na instituição

O Lar de Velhinhos de Jales confirmou nesta terça-feira, 7, mais uma morte por Covid-19 entre os moradores. Trata-se da idosa de 76 anos que teve um mal súbito no sábado e cujo primeiro exame havia dado negativo para coronavírus. Uma contraprova, porém, revelou que a senhora havia contraído o SARS-CoV-2.

A instituição enfrenta um surto de coronavírus. No total, três idosos morreram, 48 testaram positivo para Covid-19, enquanto 14 deles tiveram resultado negativo.

Dos 48 positivos, 42 idosos não precisaram de internação. “(Eles) se encontram em nossa instituição e estão 100% assintomáticos. Os idosos estão sendo monitorados pela equipe de enfermagem e pelo médico que foram disponibilizados pela Secretaria de Saúde de Jales juntamente com a equipe de nossa instituição”, disse o Lar em nota.

De acordo com o texto, quatro idosos estavam internados na UTI da Santa Casa de Jales, sendo que três deles tinham previsão de alta ainda para terça-feira, 7, e outro de 82 anos havia apresentado um agravamento.

Sete colaboradores do Lar tiveram resultado positivo para o coronavírus, sendo que seis já retornaram ao trabalho, enquanto um continua em isolamento.

Os idosos receberam a dose de reforço contra o coronavírus em 12 de novembro, sendo que em 19 de novembro uma funcionária apresentou os primeiros sintomas da infecção. São necessárias duas semanas para que a vacina induza a resposta imunológica completa no organismo.

Maurício Lacerda Nogueira, virologista, professor da Famerp e pesquisador, diz que as vacinas, não apenas as contra o coronavírus, mas como todas, têm o objetivo de diminuir fortemente os casos graves e os óbitos, mas nunca eliminam totalmente.

“Principalmente nessa situação em que estamos falando provavelmente de idosos acamados, extremamente frágeis, que estão sujeitos a um risco muito grande de morte, seja por Covid, seja por outras doenças respiratórias”, explica. “As vacinas melhoram o impacto, com certeza se não estivessem vacinados o impacto seria muito maior, mas não eliminam totalmente.”

FONTE: DIÁRIO DA REGIÃO

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