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Grupo Globo admite fake news sobre Daniella Marques e desligamento do Bolsa Família

O principal portal de notícias do Grupo Globo, o G1, admitiu, nesta segunda-feira (19), que cometeu um erro ao publicar a notícia de que, em um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL), beneficiários do Bolsa Família seriam desligados do programa depois de 24 meses mesmo sem conseguir um emprego.

A reportagem foi publicada às 10h48 desta segunda e corrigida pelo portal às 15h23. Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro e ex-presidente da Caixa Econômica Federal, disse que haverá uma regra de transição de dois anos para o beneficiário abrir seu negócio ou aceitar um emprego CLT. Caso a iniciativa dê errado, ele terá um retorno automático ao Bolsa Família.

Segundo Daniella, o beneficiário do programa continuará recebendo os valores normalmente. A ex-presidente da Caixa, em um eventual governo de Flávio Bolsonaro, afirma que a mudança deve ajudar a população a abandonar, gradualmente, o Bolsa Família, pois concederá crédito para novos negócios e oferecerá capacitação profissional.

Atualmente, a regra de transição do Bolsa Família permite a permanência temporária de famílias que tiverem aumento de renda. Dessa forma, a família pode continuar recebendo 50% do valor por um período de até 18 meses. Para ser contemplada com a regra de proteção, a renda mensal por pessoa não pode ultrapassar o valor de R$ 706.

Pagamento antecipado

Às vésperas da eleição, o governo anunciou, nesta segunda-feira (19), que os pagamentos do Bolsa Família de outubro, primeiro mês com reajuste, terão o calendário unificado a partir de quarta-feira (21). Na prática, houve uma antecipação do calendário de pagamentos.

Nas datas originais, os repasses aconteceriam até o dia 30 de outubro, após as eleições. O segundo turno acontece no dia 25 de outubro.

Fonte: Midiamax

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