As cobras são essenciais para o pleno funcionamento do ecossistema. Além disso, as serpentes também são reconhecidas como importantes fontes de pesquisa.
Além de serem extremamente importantes para o equilíbrio do ecossistema, as serpentes são aliadas de pesquisas, que auxiliam no desenvolvimento humano. Neste domingo (16) é comemorado o “Dia da Cobra”.
Nas redes sociais, a Organização Não Governamental (ONG) SOS Pantanal evidenciou quais são as serpentes mais comuns no bioma. Agora, o g1 apresenta quais são as serpentes mais recorrentes no Pantanal e algumas das características dos animais.
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cobra-cipó — Foto: Otávio Marques
Uma cobra fina e ágil. A espécie pode ter coloração marrom ou verde. A cobra-cipó não tem peconha, o que significa que não é venenosa. Na alimentação estão pequenos anfíbios, como pererecas.

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Cobra boca-de-sapo é uma das mais perigosas no Pantanal. — Foto: Yuri Messas/Reprodução
A cobra “boca de sapo”, também conhecida popularmente como jararaca pintada, é venenosa. A serpente é uma espécie da família Viperidae e pode ser encontrada especificamente no Pantanal.

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Sucuri amarela — Foto: Reprodução/ Helder Brandão
A sucuri-amarela é uma das cobras da espécie que ocorre em Mato Grosso do Sul. A amarela, em específica, pode ser encontrada no Pantanal. A coloração ajuda com que o animal se camufle sobre a as áreas da maior planície alagável do mundo.
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Cobra falsa-coral (Oxyrhopus trigeminus). — Foto: Nurof/UFC
A cobra falsa-coral é bem semelhante a coral verdadeira. Especialista explica que a diferença entre as espécies pode ser vista nas bocas das cobras. Para confundir eventuais predadores, e assim garantir a sobrevivência, a falsa-coral imita a verdadeira, mas apenas na coloração, já que, diferentemente da coral-verdadeira, não possui veneno.
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De acordo com a PMA, o animal de 2 metros de comprimento estava em frente a uma residência. — Foto: PMA/Divulgação
Diferente da surucucu, uma das espécies de cobra mais venenosas encontradas no Brasil, a surucucu-do-pantanal não possuí peçonha. A cobra é de porte grande e pode variar entre 2 e 3 metros de cumprimento. Uma curiosidade é que a espécie achata o corpo, principalmente a cabeça, como mecanismo de defesa contra predadores.



