O bispo diocesano de Três Lagoas, dom Luiz Knup, participou da Festa de N.S. de Fátima, em Paranaíba, liderando a procissão junto com centenas de fiéis que lotaram a capela erguida no bairro Santa Lúcia. Ele oficiou a missa solene junto com os padres Alessandro de Assis e Aldo Leonardo, destacando a força da união dos fiéis. “Uma comunidade viva, capaz de dar o testemunho do amor a Maria, com uma homenagem tão linda como esse templo a ela dedicado, favorecendo a oração daqueles que querem se colocar em sintonia com Deus através da interseção de Maria”, disse em sua homilia.
Ele lembrou que há cinco anos celebrava naquele local em uma barraca que os acolhia. “Hoje, cinco anos depois, estamos neste belo templo, que a cada dia torna-se um espaço mais acolhedor, um espaço que provoca a rezar”, disse o religioso ao pedir graças abundantes para todos os benfeitores.
Dom Luiz Knupp interagiu com os fiéis de todas as idades que lotaram o templo, assegurando que quando o coração se abre, a felicidade chega, toma conta e contagia. “A felicidade é capaz de atrair outros. Esta igreja bonita como está, atrairá muitos outros, não pelas paredes e vitrais, mas pela sintonia possível com Deus”, assinalou.
“Isto aqui custou amor. Amor que foi traduzido em tempo, foi traduzido em engajamento, foi traduzido em trabalho e doações. Agora que temos o templo, temos que ter a garra, a coragem e a persistência para continuar o testemunho”.
A missa de encerramento da festa de N S de Fátima lotou os 700 lugares da nave principal da capela, que se encontra em fase final de construção. O padre Alessandro de Assis, pároco da Matriz de Sant’Ana, disse que este ano a igreja não estava sendo inaugurada. “Temos mais um ano pela frente”, previu.
Ao final do ofício religioso, ele chamou Cristina Machado, Dionísio Freitas e Dinovan Silva Freitas representando os coordenadores da comunidade, que são responsáveis pelas obras da igreja, para receberem uma salva de palmas.
“Aqui não são os idealizadores. Aqui é um encontro dos idealizadores deste sonho. Encontro de uma realidade como padre, como pároco, mas que é um presente para mim e para meu ministério”. Lembrou, também que uma obra de tal magnitude é o resultado de trabalho de muitas pessoas e presente para toda uma comunidade.



