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Denúncia de tráfico em ônibus termina com prisão de mulher em Paranaíba

 Jovem é detida em Paranaíba com mais de 2 kg de skunk ocultos em bolsa e presos ao corpo; droga seria entregue em Aparecida do Taboado

PARANAÍBA (MS) – Uma ação da Polícia Militar, realizada na madrugada desta quarta-feira (13) durante a “Operação Divisas”, resultou na prisão em flagrante de uma mulher por tráfico de drogas. A interceptação ocorreu por volta das 04h30, após uma denúncia anônima detalhar as características da suspeita e o itinerário do transporte ilícito.

A equipe do 13° Batalhão de Polícia Militar estabeleceu uma barreira na chegada à cidade para vistoriar um ônibus que fazia o trajeto entre a capital, Campo Grande, e o interior do estado. Ao localizarem o veículo, os policiais identificaram uma passageira cujas características físicas e vestimentas coincidiam com o relato recebido.

Durante a entrevista no interior do ônibus, os militares notaram um forte odor característico de entorpecentes vindo de uma bolsa aos pés da mulher. Ao revistarem os pertences, localizaram pacotes de skunk (conhecida como “supermaconha”). Questionada, a passageira confessou que carregava outros dois pacotes ocultos, fixados ao próprio corpo, na região do tórax.

Aos policiais, a mulher detalhou que foi recrutada para o serviço por meio de um anúncio em uma rede social. Pelo transporte da droga de Campo Grande até a rodoviária de Aparecida do Taboado (MS), ela receberia o valor de R$ 1.000,00 (mil reais). Ela afirmou desconhecer a identidade do mandante do crime e disse que retornaria à capital imediatamente após a entrega.

No total, foram apreendidos três pacotes da substância, que totalizaram aproximadamente 2,180 kg. O material e a suspeita foram encaminhados à 1ª Delegacia de Polícia Civil de Paranaíba.

A polícia informou que: 1,125 kg da droga estavam na bagagem de mão e 1,055 kg estavam presos ao corpo da autora.

A mulher colaborou com a equipe e foi conduzida sem o uso de algemas, tendo seus direitos constitucionais preservados. O delegado plantonista determinou a lavratura do auto de prisão em flagrante por tráfico de drogas, e a detida pôde realizar contato telefônico com familiares para informar sobre sua situação.

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