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MS foi o 4º estado com o menor índice de desemprego, aponta IBGE

Em Campo Grande, o índice de desemprego foi o menor número para um terceiro trimestre desde que o IBGE iniciou a divulgação da pesquisa, em 2012.

Com 4%, Mato Grosso do Sul é o 4º estado do país com a menor taxa de desemprego, representando 60 mil pessoas desocupadas. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, referentes ao terceiro trimestre de 2023, divulgada pelo Instituto Nacional Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quarta-feira (22).

Ainda conforme a pesquisa, Campo Grande  taxa de desocupação foi de 3,1%, posicionando a cidade em segundo lugar entre as capitais do país, atrás apenas de Porto Velho (2,9%).

Em âmbito estadual, a taxa de pessoas trabalhando foi de 64,2%, índice maior se comparado ao mesmo período do ano passado. Em relação as pessoas procurando emprego, a taxa foi de 4%, o que manteve Mato Grosso do Sul com a quarta menor taxa de desocupação no país.

Em Campo Grande, o índice de desemprego foi o menor número para um terceiro trimestre desde que o IBGE iniciou a divulgação da pesquisa, em 2012. Os números da capital do Mato Grosso do Sul também a colocam abaixo das médias estadual e nacional que, segundo o IBGE, foram de 4,0% e 7,7% respectivamente.

O economista José Eduardo Corrêa dos Santos, explica que o índice indica uma situação de pleno emprego, que é conhecido como o mais alto grau do uso de forças produtivas da economia, principalmente no uso de trabalho.

“Este cenário é considerado na macroeconomia quando toda a mão-de-obra, qualificada ou não, pode ser empregada devido ao grande impulso que deixa a economia em equilíbrio. Pleno emprego não é sinônimo de ausência de desemprego, pois há tipos não-cíclicos de desemprego, como o desemprego friccional (haverá sempre pessoas que abandonaram ou perderam um emprego sazonal e estão no processo de conseguir um novo emprego) e desemprego estrutural (falta de correspondência entre as habilidades dos trabalhadores e os requisitos do trabalho), ou seja, o pleno emprego não é um nível em que o desemprego é nulo, mas que atinja um nível satisfatoriamente baixo”, esclarece.

Fonte: G1 MS

Edição: Alex Queiroz

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Dr. Rainer Fratari – Alex Queiroz
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