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Professor é preso por estuprar aluna dentro de sala de aula do IFMS em Aquidauana, diz polícia

O Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS) confirmou o caso de estupro de vulnerável e informou que o suspeito, de 51 anos, foi afastado das atividades docentes.

Um professor, de 51 anos, foi preso suspeito de estuprar uma aluna, de 14 anos, dentro de um laboratório da unidade do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), em Aquidauana (MS), nessa quinta-feira (27). A instituição confirmou o caso e anunciou o afastamento do suposto abusador nesta sexta (28). O g1 não encontrou a defesa do preso.

Conforme consta em Boletim de Ocorrência, as Polícias Civil e Militar confirmaram o estupro após acessarem imagens de câmera de segurança da escola que mostram o abuso sexual contra a menor de idade.

À polícia, a vítima relatou que o professor pediu para que a aluna ficasse no laboratório após o fim de uma prova por causa de um erro na atividade. Durante a conversa na sala de aula, o suspeito abusou da menina, de acordo com o relato da menor em depoimento especial e as imagens de câmera de segurança.

“A diretora-geral do campus do IFMS acionou a Polícia Militar que, ao dirigir-se ao local, prendeu o professor em flagrante, com base em imagens gravadas por câmeras do circuito interno de segurança”, afirma nota da instituição.

Depois que foi abusada, em situação de choque, a menina procurou a direção do IFMS, que direcionou a aluna para o atendimento psicológico da unidade. Após o acolhimento, o instituto acionou a PM, que foi ao local e prendeu o professor em flagrante.

Segundo nota divulgada pelo IFMS, a comissão permanente para prevenção e enfrentamento dos assédios moral e sexual do campus foi acionada. A acolhida foi feito a vítima e a família da menina.

O suspeito foi levado preso para a 1ª DP de Aquidauana, onde o caso segue em investigação. O professor foi afastado das atividades. Em nota, o IFMS disse que contribuirá com as investigações do caso e que, desde 2021, possui política própria para prevenção e enfrentamento aos assédios moral e sexual na instituição.

FONTE: G1MS

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