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Professores convocados do Estado recebem salários na sexta com reajuste de 20%

O Governo de Mato Grosso do Sul paga nesta sexta-feira (1°) os salários dos professores convocados da Rede Estadual de Ensino com reajuste de 20%. Este é a primeira parte do aumento conquistado pela categoria, que acordou revisão salarial em duas etapas: 20% em fevereiro e mais 14% em abril.

A primeira parte será quitada só agora, na folha de março, paga em abril, porque a folha de fevereiro já tinha sido fechada na data do acordo com a categoria (23 de fevereiro).

Cerca de 80% dos 10 mil professores convocados serão contemplados nessa primeira leva de pagamentos, segundo dados da SED (Secretaria de Estado de Educação). O restante deve receber o benefício na folha de abril, que será paga em maio. Isso por causa do período de fechamento dos contratos de trabalho.

O aumento para a classe foi pactuado pelo governador Reinaldo Azambuja com a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação do MS) no final do mês passado.

“É muito importante o diálogo, que nunca cessou. Tivemos momentos difíceis, mas não deixamos de conversar. É um ganho da federação e do governador. É uma valorização importante, merecida. Estamos dando reajuste enquanto 70% dos estados não conseguem pagar o piso”, afirmou o governador ao anunciar a revisão salarial dos convocados.

Governador Reinaldo Azambuja e o presidente da Fetems, Jaime Teixeira (Foto: Chico Ribeiro)

Já o presidente da Federação, professor Jaime Teixeira, na mesma data, declarou que o reajuste mostra o comprometimento de Mato Grosso do Sul com a qualidade da educação. “É um compromisso com a educação pública. O nosso salário é o melhor para o efetivo e, agora, o senhor (Reinaldo Azambuja) diminui a distância para o convocado”, afirmou ele.

Com o reajuste total de 34%, o salário do professor convocado pode chegar a R$ 6 mil, no caso do profissional com mestrado/doutorado que possui carga horária de 40 horas semanais. De acordo com a Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda), a revisão salarial deve impactar em R$ 100 milhões/ano a folha de pagamentos do Governo do Estado.

Fonte: PMMS

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